Último trecho da Waldemar Spranger está quase pronto

Os grandes muros que interrompiam o trajeto do novo trecho da avenida Waldemar Spranger, já quase na nova rotatória que está sendo construída em frente à Cativa, foram derrubados. E, trabalhando rápido, máquinas  e operários da construtora já cortaram e pavimentaram boa parte das duas pistas dos cem metros que restavam para fazer a ligação da avenida.

Quem imaginou que a disputa na Justiça com os donos das chácaras iria se arrastar, como aconteceu com a avenida Ayrton Senna, felizmente se enganou.

As obras no conjunto formado pelas pistas da avenida e pela rotatória continuam. As calçadas estão sendo construídas, assim como boa parte da grama já foi plantada.

Iniciadas na gestão passada, essas obras fazem parte do chamado Arco Leste, que pretende ligar a PR-445 à BR-369 e a Ibiporã, passado por trás do Aeroporto. Um outro trecho de avenida do Arco Leste já foi aberto próximo ao Parque Arthur Thomas, cerca de um quilômetro distante da rotatória.

Independente desse novo eixo urbano, obra que ainda deve levar alguns bons anos, as melhorias que estão sendo concluídas nas proximidades da Cativa devem resolver um dos mais complicados gargalos no trânsito de Londrina, a vizinha rotatória da barragem do Lago Igapó.

Os congestionamentos no local são intensos. Em especial para quem, no início e no final do dia, segue em direção à Harry Prochet, subindo pela Almeida Garret. Essa rua, com sua pista simples, vira um funil nos horários de pico.

Com a abertura da Waldemar Spranger até a rua Bélgica, em frente à Cativa, esse tráfego deverá ser ser dividido. É provável que a Almeida Garret passe a ter sentido único, o que empurraria ainda mais o fluxo para o novo trecho.

Resta agora saber como vai funcionar a grande rotatória da Cativa, já que seu traçado aparente suscita dúvidas.

“Os três porquinhos” tem adaptação divertida e cheia de ritmos

Foi concorrida e muito divertida a estreia de “Os três porquinhos” neste sábado à tarde, no Teatro do Clubinho, do Londrina Norte Shopping.

A adaptação do conto clássico feita pelos artistas da trupe do Clubinho mesclou com muita criatividade o conteúdo do clássico às referências contemporâneas e brasileiras e o resultou foi um espetáculo com muito ritmo, humor e música.

Diversão garantida para as crianças e também para os adultos com assistem à peça.

Essa é a quarta montagem do Teatro do Clubinho, que tem duas sessões no sábado e outras duas no domingo, sempre às 16h e 18h, durante todo o mês.

Os ingressos custam apenas R$ 10,00 e podem ser comprados antecipadamente no site http://www.sympla.com.br/teatrodoclubinho ou na bilheteria do teatro a partir das 13h aos sábados e domingos.

Ficha Técnica:

  • Costureira: Aparecida de Paula Carmo

  • Cenário: Daniele Stegman (pintura), Adilson Hilário (Interage Eventos) e Atmosfera Eventos

  • Figurinos: Alex Lima

  • Dramaturgia e Direção: Criação Coletiva

  • Elenco: Carol Alves, Olifa Ollon, Pedro José e Rafael Avansini

  • Produção: Katja Vignard (Atmosfera Eventos) e André Guedes

“Os três Porquinhos” chegam ao Londrina Norte

Setembro chegou e com ele a mais nova montagem do Teatro do Clubinho, do Londrina Norte Shopping: “Os três porquinhos”.

A peça, quarta no calendário do teatro, é uma adaptação feita pelos artistas da trupe do Clubinho do clássico de origem britânica. Conta a história de três irmãos – Prática, Heitor e Cícero – e um lobo mau que faz de tudo para devorá-los.

Serão duas sessões no sábado e outras duas no domingo, sempre às 16h e 18h, durante todo o mês.

centro da história está a postura de cada um dos irmãos sobre como construir suas casas. Cícero, preguiçoso, faz uma casinha e palha. Heitor que, despreocupado com a resistência de sua casa de madeira, deixa de lado os pregos de aço e usa apenas cordas para amarrá-la.

Já Prática, a irmã que sabe planejar e fazer cálculos, pensa numa estrutura resistente e usa cimento, tijolos e vidros. Ela sabia que o lobo iria soprar com força a sua casa e não queria que ela fosse destruída pelo maldoso animal, muito menos que os irmãos fossem devorados.

O que acontece com cada casinha já é conhecido do imaginário infantil e da memória dos adultos.

Mas, na montagem feita pela trupe formada por Carol Alves, Olifa Ollon, Rafael Avansini e Pedro José (que integram a Companhia Curumim Açú), a história ganha ritmo, humor e também contornos contemporâneos e brasileiros, o que garante ótimos momentos para o público.

Enfim, mais uma história imperdível do Teatro do Clubinho.

Os ingressos custam apenas R$ 10,00 e podem ser comprados antecipadamente no site http://www.sympla.com.br/teatrodoclubinho ou na bilheteria do teatro a partir das 13h aos sábados e domingos.

“Os três porquinhos” foi divulgado pela primeira vez em 1853 pelo folclorista australiano Joseph Jacobs, que viveu na Inglaterra, onde o conto já era conhecido. Ele transformou em livros histórias e fábulas inglesas, celtas, indianas e também do escritor grego Esopo.

Ficha Técnica:

  • Costureira: Aparecida de Paula Carmo

  • Cenário: Daniele Stegman (pintura), Adilson Hilário (Interage Eventos) e Atmosfera Eventos

  • Figurinos: Alex Lima

  • Dramaturgia e Direção : Criação Coletiva

  • Elenco: Carol Alves, Olifa Ollon, Pedro José e Rafael Avansini

  • Produção: Katja Vignard (Atmosfera Eventos) e André Guedes

Vila Verde, alimentação saudável

Quem procura alimentos saudáveis tem, todas as quartas-feiras, até o final de novembro, uma oportunidade especial de consumir ou adquirir, na Vila Verde Catuaí, uma grande variedade de itens naturais oferecidos por produtores locais e da região.

Inaugurada no dia 16, na praça de eventos do shopping, desde a última quarta-feira ela vem sendo realizada na área externa da entrada principal, ao lado das grandes palmeiras imperiais que adornam a fachada do Catuaí.

A feira funciona das 17h às 22h.

A proposta do shopping é valorizar a produção local e atender a crescente demanda por alimentos mais saudáveis, promovendo o consumo consciente e a qualidade de vida.

A feira foi concebida dentro do conceito de sustentabilidade e vida saudável. Além dos alimentos, há espaço para crianças com brinquedos em madeira e corda, além de nichos e mesas fabricadas com madeira de reflorestamento.

Na última quarta-feira, o espaço infantil da Vila Verde estava entre os mais concorridos, sinal de que as crianças aprovaram os vários brinquedos.

A variedade de produtos é muito grande e os preços, justos.

A relação dos expositores inclui Barro Blue, SK e T – Cogumelos Comestíveis, Akko Saladas, Forno, Magnólia Floral, Baobá, Marabú, Chácara Santo Antonio, Regina Elena Minto Mosaicos, Le Gusta Temperos, Chácara São José e Ukalaa Artesanatos, Comidaria Green, Green 4 Food, Parr Kitchen, Chão Comum, Horta Fazenda São Virgilio e produtores orgânicos da região.

Segundo o shopping, outros expositores serão incorporados à feira ao longo do evento.

A feira conta também com música ao vivo e aulas de alongamento.

Confira algumas imagens da feira da última quarta-feira. Amanhã tem mais.

 

 

Reforço:

  • Vila Verde Catuaí
  • Catuaí Shopping Londrina
  • Toda quarta-feira, das 17h às 22h
  • Espaço em frente à entrada principal 

Os frutos de uma árvore ruim

Desacredito em praticamente tudo que venha de Michel Temer, em especial na área econômica.

O discurso econômico tão bem polido por Henrique Meirelles, de rigor fiscal e controle de gastos, nada mais é do que isso mesmo, discurso.

Pior: está escondendo um pacote de maldades e benevolência com grupos específicos que beira à negociata.

Privatização, desde que bem explicada e justificada, faz parte de qualquer gestão responsável.

Assim como está sendo feita, no galope, sem qualquer discussão, é um prato cheio para golpes bilionários.

Dois exemplos: Infraero e loterias. São duas fontes de recursos, superavitárias, que em princípio não teriam necessidade de ser vendidas.

Se a justificativa do governo é fazer caixa para equilibrar as contas, essa é uma forma absolutamente desonesta de gestão. Para resolver seu problema imediato, a União vende o que tem mesmo empresas rentáveis e no futuro quem vai pagar será a população. Isso porque se vende uma fonte de rentabilidade, o que significa que esse dinheiro deixará de entrar nos cofres do governo no futuro. E para sempre.

Só a Infraero teve superávit de cerca de R$ 160 milhões este ano.

No caso das loterias, uma parcela considerável da arrecadação é redistribuída para áreas sociais. Com as regras que devem ser adotadas na privatização, essa parcela sofrerá uma redução drástica.

Novamente, para levantar dinheiro o governo vende um negócio superavitário e sacrifica a arrecadação futura.

Difícil dizer qual seria o ganho da sociedade com a privatização dessas duas empresas.

Fácil dizer quem ganharia com essas vendas, que remetem ao programa de privatização de FHC, iniciado pela Companhia Siderúrgica Nacional, à época um exemplo de gestão e lucratividade.

Só se justifica na cartilha dos neoliberais, que bebem na mesma fonte maniqueísta que alimenta os esquerdistas de carteirinha. E também, claro, na agenda dos fazedores de negociata, especialmente daqueles com pouco tempo de poder pela frente.

A liberação de áreas para mineração por grupos estrangeiros na Amazônia é outro capítulo nessa história. Tudo nessa questão sugere se tratar de mais um caso que deveria ser investigado pelo Ministério Público Federal.

Novamente, o problema não é mineração naquela região em si, mas a forma como foi feita liberação. Os recursos podem ser explorados, mas através de um processo que seja transparente e discutido com a sociedade.

Temer chegou à Presidência graças ao que os petistas insistem em chamar de golpe.

Temer havia chegado à vice-presidência graças à sua coligação histórica com o PT.

E, agora, graças a esses dois pilares da política brasileira, sobra para nós todos uma combinação maldita capaz de acabar de matar um país que em poucos anos saiu da condição de bombado para se tornar moribundo.

Um governo que, seguindo a cartilha de Meirelles, só consegue vislumbrar saídas com a venda de ativos e riquezas e com o aumento de impostos, num país fragilizado pela crise e minado pelo desemprego, é tudo menos um governo de verdade.

Por essas e por outras tantas que desacredito em Temer.

turma macabra

 

Londrina vai ao Jardim Botânico

Este último domingo de agosto, mesmo ainda em pleno inverno, foi tomado pelo calor em Londrina, com os termômetros batendo nos 32 graus. A temperatura elevada foi o empurrão que faltava para muita gente resolver sair de casa e aproveitar o dia ao ar livre.

E para onde foram muitos londrinenses nesse domingão?

Para o Jardim Botânico.

E para lá foram muitos londrinenses mesmo!

Para quem costuma frequentar o local durante a semana para caminhar, pedalar e fazer longboard, o cenário era espantoso.

O estacionamento do Jardim Botânico estava lotado e as margens da avenida dos Expedicionários estavam tomadas por carros num trecho de cerca de 300 metros.

Dentro, o fluxo de pessoas era intenso. O espaço é aberto, democrático e o público heterogêneo aproveita os gramados para piqueniques, os lagos, minas, as muitas áreas de sombra e as trilhas. Programa para famílias inteiras, casais de namorados e grupos de amigos.

O local atrai também fotógrafos que aproveitam o cenário para ensaios.

Mesmo que demande melhorias, especialmente na manutenção, o Jardim Botânico realmente caiu nas graças do londrinense.

Pequenos comerciantes de alimentos também descobriram o novo endereço.

Aberto ao público em 2014, o Jardim Botânico possui mais de 1 milhão de metros quadrados de mata nativa, nascentes e rios. Uma terceira etapa do projeto inclui restaurantes, cafés, anfiteatro, salas de aula e jardins temáticos.