Trump: é cedo para entender, mas não para rezar

Donald Trump demonstrou, nas primeiras horas na condição de presidente eleito dos Estados Unidos, um discurso muito diferente do entoado na cabeluda corrida pela Casa Branca. Menos ruim, assim. Fez isso no primeiro pronunciado como eleito e depois no encontro de hoje com o atual, Barak Obama, a quem, segundo disse, pedir conselhos sobre como conduzir o país em determinadas situações.

Atitude de estadista, de alguém que nunca teve cargo de representação política e a partir do dia 20 de janeiro vai comandar a maior potência mundial – econômica, política, bélica.

Nos resta torcer para que o eleito se afaste ainda mais do candidato, um sujeito tosco, arrogante, agressivo e sem escrúpulos, que se orgulha de não pagar imposto de renda, mesmo tendo renda milionária, e que mandaria erguer um muro na fronteira com o México para barrar a imigração ilegal.

Trump, em campanha, se mostrou um ultraconservador ou ultranacionalista. E a história nos ensina que esse tipo de convicção é um passo largo em direção ao desastre. O nazismo é a mais fiel ilustração do quão longe essas insanidades podem levar.

Ainda é muito cedo para se vislumbrar quem será o Trump presidente.

Mas não custa nada rezar, desde já.

 

 

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