Marcela na mira

Não sei você, caro leitor, mas eu estou achando bizarra e cansativa a carga sobre a primeira-dama Marcela Temer despejada pela militância e pela artilharia dos pensadores (colunistas e blogueiros) ligados ao governo petista. Temos coisa muito mais importante para discutir num país despedaçado pela pior crise econômica de sua história, do maior escândalo de corrupção do País, talvez do mundo.

Mais um termo foi acrescentado ao vocabulário dos militantes e agregados, “primeiro-damismo”. Ele engrossa a lista de mantras como “golpista”, “ilegítimo”, “mídia golpista”, “golpe parlamentar” e outros blablabás.

Ok, isso faz parte da ação prometida por Dilma ao ser apeada no palácio, de fazer “oposição ferrenha”. Mas, convenhamos, há muita coisa pesada para ser discutida no momento, o estrago que os governos de Lula e Dilma causaram no País. O número de pessoas que perderam seus empregos no Brasil desde o início da crise passa de 12 milhões. Isso equivale a toda a população da Irlanda, Irlanda do Norte e Escócia, juntas.

Sabe quantos norte-americanos perderam o emprego por conta da grande crise que estourou em 2008? Foram 4,5 milhões. Isso num país com o dobro da população brasileira.

O certo é ignorar a falação sobre a jovem primeira-dama. Até porque o tempo dirá se ela fez ou não um bom trabalho, se errou ou acertou, se estava a altura do cargou ou não. Nossos problemas nem começaram, nem acabarão com a nomeação de Marcela Temer. E eu nem percebi que ela é uma gata!

 

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